1.Sim, ele estará na África do Sul em 2010.
2.Poucas (ou nenhuma) mudança no elenco acontecerá até lá.
3.Quem acredita que o Maicon e mais “completo” que Daniel Alves porque volta mais para marcar, talvez nunca tenha assistido a uma partida da Internazionale de Milão.
4.Dunga justificou a ausência de Ramirez e Hernanes como se os dois ocupassem a mesma posição de Kaká. Agora discute-se que não existe um reserva para o meio-campista.
5.O “jeitão” do goleiro Julio César não desperta paixões, mas depois da atuação de domingo, acredito que a discussão sobre sua titularidade acabou.
6.Ronaldinho Gaúcho?! Acho que falta coragem para entender.
7.Como é desinteressante assistir a seleção.
segunda-feira, 30 de março de 2009
quinta-feira, 26 de março de 2009
Henrique na Bundesliga

Quem “vibrou” com a atuação do zagueiro Jeci na partida entre Palmeiras e Bragantino deve ter sentido saudades de Henrique, mesmo que sua passagem pelo alviverde tenha durado apenas três meses, o defensor mostrou seu valor e foi vendido ao Barcelona.
Para ganhar experiência na Europa, Henrique foi emprestado ao Bayer Leverkusen, tornou-se uma das melhores surpresas da temporada e a equipe alemã já articula sua permanência por ao menos mais uma temporada.
Esta semana conversei com o jogador, que contou que demorou apenas cinco jogos para se adaptar ao estilo de jogo do futebol alemão, se surpreendeu com a união entre os brasileiros e claro, sonha em vestir a camisa do Barcelona.
Henrique completou 23 partidas pela Bundesliga e deu uma assistência a gol. Mais sobre a entrevista na coluna da próxima semana no site Trivela.
O melhor do Paulistinha
Se na parte de cima da tabela do Campeonato Paulista só uma vaga ainda não foi definida (que deve ficar com Portuguesa ou Santos), a briga para escapar do rebaixamento é atualmente a atração da competição.
Acompanhei nos últimos dias, no estádio João Paulo II Mogi Mirim x Guarani, e Paulista x Botafogo, no Jaime Cintra. Em Mogi, o Guarani fez um ótimo primeiro tempo, o que fez pensar que a equipe poderia até mostrar algum tipo de reação (esperança desfeita com a derrota para o São Caetano na terça). Boa estréia de Felipe Piovesan, que deve amadurecer e ser importante durante a Série B e Dairo, o rápido atacante prata da casa do time bugrino. No segundo tempo, o Mogi Mirim reagiu, buscou o primeiro gol e pressionou até o fim a desestabilizada defesa do Guarani. Vitória por 2 a 1 da equipe de Campinas que não vencia há 12 rodadas.
Quarta-feira foi a vez de Paulista x Botafogo. Após um primeiro tempo dominado pelo visitante, mas com pouco trabalho para os goleiros, o técnico do Paulista, Giba, abriu mão dos três zagueiros e colocou um terceiro atacante em campo, sofreu o segundo gol, recompôs a defesa, viu o Paulista se organizar em campo e empatar. Quando a virada parecia se desenhar, o Botafogo marcou o terceiro gol, com o volante Audálio que pouco antes havia entrado em campo para reforçar a marcação, e está praticamente salvo do rebaixamento.
Um ponto separa o Bragantino 13° colocado e o Marília, 17°. Mogi Mirim já está rebaixado e o Guarani dificilmente escapa. Para quem gosta de futebol (sem preconceitos) o melhor da reta final do Paulistão acontece na parte debaixo da tabela.
Acompanhei nos últimos dias, no estádio João Paulo II Mogi Mirim x Guarani, e Paulista x Botafogo, no Jaime Cintra. Em Mogi, o Guarani fez um ótimo primeiro tempo, o que fez pensar que a equipe poderia até mostrar algum tipo de reação (esperança desfeita com a derrota para o São Caetano na terça). Boa estréia de Felipe Piovesan, que deve amadurecer e ser importante durante a Série B e Dairo, o rápido atacante prata da casa do time bugrino. No segundo tempo, o Mogi Mirim reagiu, buscou o primeiro gol e pressionou até o fim a desestabilizada defesa do Guarani. Vitória por 2 a 1 da equipe de Campinas que não vencia há 12 rodadas.
Quarta-feira foi a vez de Paulista x Botafogo. Após um primeiro tempo dominado pelo visitante, mas com pouco trabalho para os goleiros, o técnico do Paulista, Giba, abriu mão dos três zagueiros e colocou um terceiro atacante em campo, sofreu o segundo gol, recompôs a defesa, viu o Paulista se organizar em campo e empatar. Quando a virada parecia se desenhar, o Botafogo marcou o terceiro gol, com o volante Audálio que pouco antes havia entrado em campo para reforçar a marcação, e está praticamente salvo do rebaixamento.
Um ponto separa o Bragantino 13° colocado e o Marília, 17°. Mogi Mirim já está rebaixado e o Guarani dificilmente escapa. Para quem gosta de futebol (sem preconceitos) o melhor da reta final do Paulistão acontece na parte debaixo da tabela.
terça-feira, 24 de março de 2009
Futebol em película

Futebol no cinema. Algumas vezes paro para pensar nisso, quando vivi na Noruega, cheguei a assistir uma partida da Copa do Mundo em uma sala de um cinema em Oslo que transmitia ao vivo partidas do Mundial de 2006, não é a coisa mais animada do mundo, mas foi interessante. No Brasil, infelizmente, o tema é pouco (e mal) explorado. Bom seria se fosse diferente.
Na Inglaterra, o futebol muitas vezes se transforma em película. Tempo atrás assisti I.D. "Fúria nas arquibancadas", ótimo filme que desvenda e explica o holliganismo. Semana passada, assisti ao trailler de "The Damned United", a vontade de assistir foi muito grande. O filme fala sobre Brian Clough, excêntrico treinador que levou o Nottingham Forest ao titulo inglês e a duas conquistas consecutivas da copa dos Campeões da Uefa.
Como jogador, Brian Clough passou por Middlesbrough e Sunderland, mas encerrou precocemente sua carreira ao romper os ligamentos do joelho (marcou 251 gols em 274 jogos). Pouco depois, assumiu a função de manager no Derby County, que em 1972 foi campeão inglês e chegou às semifinais da Taça dos Campeões Europeus.
Na temporada 1974/75 assumiu o Leeds United, na época um dos mais importantes clubes ingleses, porém conflitos com dirigentes (que não foram poucos durante sua carreira) o fizeram permanecer pouco tempo por lá. O que o permitiu assumir, ainda em 1975, o Nottingham Forest, que na época disputava as ultimas posições da Second Division. Já na temporada seguinte conseguiria a promoção à primeira divisão.
No comando do Forest, Brian Clough teve a liberdade para abalar a cultura futebolística de sua época. Acreditava que uma equipe deveria ser construída a partir da defesa, reprovava o estilo de jogo que abusava de bolas aéreas e proibia seus jogadores de “perder tempo” durante a partida, simulando lesões ou desafiando árbitros. Transformou uma equipe com jogadores praticamente desconhecidos ou mesmo considerados acabados para o futebol, em uma das mais competitivas da Europa.
Sobre ele, nao faltam curiosidades e atitudes impulsivas. Na véspera da final da League Cup contra o Southampton, em 1979, "obrigou" os jogadores a visitarem alguns pubs com ele e disse preferir encontrar seus jogadores de ressaca do que tensos.
Brian Clough passou 18 anos à frente do Nottingham Forest, foi tema de música e agora de filme. Morreu em 2004, mas nunca deixou de alimentar a cultura futebolística inglesa.
Para quem quiser passar vontade:
http://www.traileraddict.com/trailer/the-damned-united/international-trailer
quinta-feira, 19 de março de 2009
Discreto e eficiente

Na semana passada, entrevistei o meio campista Cícero, do Hertha Berlim, para uma matéria da revista Trivela. O Hertha ocupa o primeiro lugar da tabela da Bundesliga, com quatro pontos de vantagem em relação ao vice-lider Bayern de Munique e vive o sonho de conquistar o titulo alemão, o que não acontece desde 1931.
Cícero e daqueles que jogam para o time. Passou de certa forma despercebido no Brasil apesar das boas atuações pelo Figueirense e de ter encerrado sua temporada tricolor carioca como vice-artilheiro, com 12 gols, apenas um a menos do que seu companheiro Thiago Neves, um dos maiores fiascos da atual temporada alemã, tanto que foi vendido e retornou por emprestimo ao Fluminense.
Da mesma maneira discreta, na Alemanha, Cícero tornou-se um dos principais responsáveis pela campanha (historica) do Hertha Berlim, atuando como segundo volante, vindo de trás para apoiar o meio campo formado por Ebert e Nicu, ou mesmo o ataque, onde Andrei Voronin vive uma fase espetacular, atuando ao lado do brasileiro Raffael.
Durante a entrevista, Cícero pareceu ter sentido muito pouco as dificuldades comuns a adaptação em um futebol tão diferente do brasileiro como o alemão, nem mesmo reclamou da língua, ou do frio. De forma alguma pensou que o treinador "nao gostou dele por ser brasileiro", pelo contrario, mostrou onde seu futebol renderia mais e foi entendido. Melhor para ele e para o futebol brasileiro.
quinta-feira, 5 de março de 2009
Sem Alanzinho e com muito gelo

A mudança no calendário é a polêmica do momento no Campeonato Norueguês. Com o aumento de equipes que participarão da Tippeligaen 2009, a competição começará um mês antes. O problema: a falta de condições climáticas neste início, já que a neve ainda cai intensamente por quase todo o país.
Martin Andresen, do Valerenga, foi um dos treinadores que reclamaram do adiantamento do calendário: “Não é necessário começar tão cedo, nem as pessoas, nem os jogadores estão preparados!”. Já o ex-presidente da Federação defende a atitude: “Precisamos jogar mais para que nosso futebol atinja um nível internacional”.
Além de gramados cobertos pela neve, os noruegueses têm mais um motivo para lamentar. O brasileiro Alanzinho, melhor jogador do campeonato em 2007 e 2008, trocou o Stabaek pelo Trabzonspor, uma das quatro grandes equipes turcas.
Paparicado pela imprensa, pela torcida norueguesas, e pelo ex-técnico da seleção Age Hareide que gostaria que ele se naturalizasse, Alanzinho terá que provar que seus dribles “mágicos” (como os noruegueses gostavam de exaltar) farão a diferença também na Turquia. Irá conseguir?
quarta-feira, 4 de março de 2009

Muitas vezes criticada pela falta de identidade, a Internazionale de Milão, atualmente formada por apenas seis italianos em todo seu elenco, encontrou nas divisões inferiores do clube uma alternativa para seu setor defensivo. Um zagueiro alto, de apenas 18 anos, italiano, mas de nome quase francês, não passou despercebido pelo técnico José Mourinho.
Muito pouco (ou nada) se sabia sobre Davide Santom, antes de sua estréia contra o Manchester United pela Liga dos Campeões. Sim, sem qualquer alarde, o garoto era o unico italiano entre os titulares, na primeira partida das oitavas de final da mais importante competição europeia e chamou a atenção.
“Descoberto” ainda muito jovem nas categorias de base do Ravenna, passou por várias etapas das seleções de base da Itália: Sub-16, Sub-17 e está na Sub-20 (atuou em 18 jogos e marcou 4 gols durante esta trajetória).
Pelo que se viu na partida de estréia e no clássico contra a Roma, o defensor que joga preferencialmente pela direita, (mas deslocado para a esquerda na ausência de Maicon) é técnico e pode até vir jogar como ala num esquema de 3 zagueiros, não fugiu à responsabilidade e conseguiu ofuscar Cristiano Ronaldo. Sem a preocupacão de colocar o garoto na "fogueira", Mourinho já o compara a Maldini e o trata como um “fenômeno” em suas entrevistas.
A DFB-Pokal é legal
Na ultima temporada, o Mainz 05, comandado por Jürgen Klopp, atual treinador do Borussia Dortmund, ficou muito próximo da vaga para a atual edição da Bundesliga. Neste ano, além da equipe dar mostras de que desta vez conseguirá de fato a classificação para a primeira divisão (está na vice-liderança), ainda faz uma campanha muito consistente na DFB-Pokal.Nesta terça-feira, foi a vez da equipe eliminar o Schalke 04, com um gol nos minutos finais do atacante Bancé, no cruzamento pela direita de Heller, superando a melhor defesa do Campeonato Alemão.
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