
No Brasil, o fracasso de Muricy Ramalho no comando do Palmeiras faz pensar até que ponto um treinador pode fazer a diferença sem ter nas mãos vários opções no elenco. Enfim...
Na Alemanha, Felix Magath nos faz repensar tal tese (em que eu ainda acredito). Com um elenco mediano e titulares não tão superiores (com exceção do goleiro Neuer , de Westermann e com boa vontade de Kevin Kuranyi), o treinador deixou, nesta rodada, o Schalke na terceira posição na tabela de classificação e na real briga pelo título da Bundesliga.
O Schalke enfrentou um Hannover ainda abalado, pouco fez no primeiro tempo. Mas, depois das alterações de Magath no intervalo, Höwedes substituiu Pliatsikas e Westermann passou a atuar mais pelo meio. O resultado foi imediato com a liberdade dada a Kuranyi e principalmente a Rafinha.
Magath manteve a segurança defensiva do time da temporada passada e aplicou uma boa dose de disciplina tática e a transformou em uma equipe de combate. Magath é sim importante e o Schalke tá na briga.